O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender que o Brasil superou a turbulência econômica mundial mais rapidamente do que outros países e que o desempenho do emprego em agosto é mais um dado um dado que comprova o seu discurso.
De acordo com o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho, foram gerados 242.126 empregos formais em agosto, o melhor resultado do ano. Com isso, praticamente zeraram as perdas de vagas com a crise econômica.
"Demonstra o acerto do nosso discurso de que o Brasil seria o último a entrar na crise e o primeiro a sair. Isso está se confirmando. Aqueles que apostaram na desgraça, eu espero reflitam muito bem antes de ficar fazendo prognóstico equivocado sobre crise econômica", afirmou o presidente.
Lula disse ainda que o Brasil tem mais espaço para expansão da economia e que confia em dados positivos nos próximos meses.
"Isso é a prova mais contundente de que a atividade econômica no país voltou a funcionar no Brasil a todo vapor. Nós sabemos que temos um espaço enorme de crescimento, acho que temos perspectivas extraordinárias para o futuro do país."
Depois de o país ter deixado oficialmente a recessão técnica, com o resultado positivo do PIB () do segundo trimestre, o dado do Caged reforça ainda mais a expectativa de que a crise está arrefecendo no país.
"Isso significa que a gente pode continuar crescendo, em setembro [o dado] pode ser muito bom. Tudo indica que a gente pode ultrapassar um milhão de empregos criados num único ano em que a gente estava numa crise profunda. Eu acho isso extraordinário", afirmou Lula.
Nos oito primeiro meses de 2009, foram gerados 680.034 postos, bem abaixo do mesmo período do ano anterior, quando o número ficou em 1,803 milhão.
