O TJ também entendeu que ele não enriqueceu e não desviou dinheiro da Prefeitura para seu uso pessoal. As operações, na verdade, estão claramente contabilizadas na Prefeitura, no banco e nas contas pessoais do ex-prefeito.
O TJ também entendeu que as ações de Jonas Lima ajudaram a recuperar o município.
Quem acompanha e conhece o Jonas sempre soube que ele não roubou a prefeitura. Agora o Judiciário fez este reconhecimento. O Ministério Público do Paraná também reconheceu que não houve desonestidade nos atos do então prefeito.
