Esperaram pacientes, sem esconder ansiedade e alegria.
Quando foi executado o hino japonês, eles cantaram. Impossível ficar insensível ao momento, suas imagens e sons. Depois, no hino brasileiro, eles cantaram também. Vozes frágeis de pessoas fortes, de histórias vivas, de gente que fez o seu tempo e nos deixou como herança um mundo melhor.
Na Acema, à noite, as vozes em japonês e português brindaram aos convidados com discursos de rara beleza. Frases bem construídas, cheias de significado, falaram de trabalho, construção e vitórias merecidas.
O embaixador do Japão, o prefeito de Kakogawa e os nossos maringaenses Shudo e Eduardo (presidente da Acema) falaram com o coração e deram um recado correto e belo, retratando bem um povo que conhece as palavras disciplina, dignidade e paixão.
A apresentação de taiko foi extraordinária, uma moldura musical para um dia histórico.
