A nota, de um de seus leitores, é a seguinte:
Plantão Criminal
Do leitor:
Vendo a escala de promotores da área criminal fiquei me perguntando. Quais deles poderão auxiliar o dr. Cruz na verificação da licitação do Restaurante Popular? Quem vai denunciar o superfaturamento da ciclovia da Mandacaru? E o caso dos precatórios que poderão ser pagos com a quitação de impostos atrasados? E o caso do PAC Santa Felicidade? E o lixão? Muita coisa obscura na administração transparente só na propaganda? Quem do MP vai ficar ao lado da sociedade? Quem?
Rigon, quem lê esta nota é levado a acreditar que há inúmeras irregularidades nas licitações, obras e ações da Prefeitura. Inclusive é isto que o texto afirma.
Felizmente não existe isto. O promotor Cruz não terá nenhuma problema em verificar a licitação do Restaurante Popular, que, aliás, está amplamente divulgada, para todos que quiserem verificar e acompanhar. Não há superfaturamento da ciclovia da Mandacaru, como já pude inclusive comprovar a você, em mais de uma oportunidade.
Sobre o PAC do Santa Felicidade, qual é o caso que há? Não há caso nenhum. Há um projeto que vai aplicar R$ 25 milhões do Governo Federal, do Governo do Paraná e da Prefeitura em favor de centenas de famílias e bairros da cidade.
Sobre os precatórios, há uma lei que regula os seus pagamentos.
E o lixão? O lixão acabou em Maringá, faz algum tempo (o leitor talvez não tenha percebido). O aterro mudou a realidade do local e agora conta com um projeto piloto para tratar o lixo novo e o próprio aterro (o que poderá recuperar o passivo ambiental acumulado em quase 30 anos).
A administração de Maringá é realmente transparente, não é apenas na propaganda. E sobre o Ministério Público, não tenho dúvida: todos os promotores ficarão ao lado da socidade, ao lado do que é melhor para a população e o Município. Não tenho dúvidas.

BOA DINIZ!!!
Tenho sinceramente minha admiração pelo jornalista Rigom.
Pessoalmente, creio que precisamos de uma imprenssa mais aguerrida, mais denunciante e menos "chapa branca".
Portanto por esta ótica ele, Rigom, faz seu papel.
E bem feito.
Problema é que abusa. Exagera.
Transfere do pessoal para o profissional e com isso induz a erro de avaliação os menos informados.
A isso chama-se o que? dolo? crime? não sei.
Nem sei se essa é de fato a intenção da imprenssa de "oposição".
Mas ao final me pergunto: a impressa não cabe ser a "informante" do fato? não cabe a ela informar o ocorrido? porque então as distorções?
E convenhamos, exagera uma como a outra.
Se a bem da verdade, uma vê pelo em ovo a outra não vê um elefante numa cristaleria!
Resultado: a sociedade fica a interpretar fatos ja interpretados e portanto disformes da realidade.
Isto é atraso. Isto é prova do caipirismo a que somos submetidos.
Ou somos contra ou somos a favor!
Quando poderemos ser apenas imparciais, justos?
Quando nos será permitido interpretar os fatos segundo nossos olhos, nossa cultura e nossos interesses?
Porque numa cidade com desenvolvimento tão próspero por um lado, temos que nos submeter a processos e meios politicos de se fazer politca do tempo da onça?
Isso, faz mal. Isso tem que acabar.
Não podemos continuar a ter um jornal e meia dúzia de blog's.
Três "deles" e três "nossos".
Desculpe a sinceridade mas é o que temos. Nem mais nem menos.
Como cidadão fico a pensar, uma cidade com 8 faculdades, um verdadeiro centro universitário de projeção nacional, (praticamente duas Universidades,cada uma com 14.000 alunos) é demais!
Chacoalha a madeira!!!!!!
Prof. Paulo Vergueiro
Para verificar-se com quem está a verdade, basta que seja feita "Justiça" quanto às informações e denúncias publicadas nos diversos veículos de comunicação, ou seja, seja posto em prática o estatuído no Código Civil e no Código Penal: "A QUEM ACUSA CABE O ÔNUS DA PROVA"!